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ILUMINAÇÃO: CONSUMO INTELIGENTE E SEGURO

14/09/2015

A fragilidade da matriz energética brasileira, baseada em hidrelétricas, sofre, especialmente agora, com o baixíssimo nível de represas. O futuro próximo aponta para um cenário escuro, com torneiras secas e contas cada vez mais altas. Nesse contexto, o desafio de restringir o uso de água e eletricidade demandará uma reviravolta cultural.

Se considerarmos que significativos 20% do consumo elétrico de uma casa provêm da iluminação, vale apostar em diversos tipos de controle – das simples células fotoelétricas aos sofisticados painéis de gerenciamento energético (como aqueles encontrados nos sistemas de automação residencial).

Abaixo, listamos alternativas por ordem de complexidade. A primeira é o soquete fotoelétrico, cuja função se resume a ligar e desligar a lâmpada externa, dependendo da claridade do local onde o suporte foi instalado. Em seguida vem o grupo dos sensores de presença, que ativam as luminárias apenas com a passagem de alguém ou sua permanência no lugar. Por fim, encontramos equipamentos mais elaborados, estimulados tanto pela presença. Eles podem, ainda, regular vários elementos (cortina, porta etc...) e permitem a interferência do usuário por controle remoto ou mesmo pela internet, quando acoplados a centrais de automação residencial (sensor com gerenciador de energia).

Vale ressaltar que todos esses itens, além de reduzirem a fatura de luz entre 15 e 60%, também são capazes de auxiliar o sistema de segurança da morada.

Matéria publicada na revista Arquitetura & Construção em junho de 2015 (por Marcio Moraes, arquiteto)