5 CARREIRAS EMERGENTES EM TECNOLOGIA DE ARQUITETURA PARA PRESTAR ATENÇÃO A PARTIR DE 2018

Building

Mesmo com tecnologias como a realidade virtualrealidade aumentadaimpressão 3D, design computacional e robótica já reformulando a prática de arquitetura, a comunidade de projeto está apenas riscando a superfície do potencial dekas. Projetistas que reconhecem isso e investem na construção de habilidades e experiência para maximizar o uso dessas ferramentas no futuro se tornarão inerentemente melhores arquitetos e posicionando-se aos novos caminhos da carreira à medida que nossa profissão evolui. Mesmo há apenas uma década atrás, os projetistas com interesses em arquitetura e tecnologia eram essencialmente obrigados a prosseguir em um ou outro campo. Agora, com a arquitetura começando a aproveitar o poder das tecnologias de ponta, esses campos não são mais mutuamente exclusivos.

Com muitos escritos sobre como a tecnologia está mudando a maneira como os arquitetos trabalham e os produtos que podemos oferecer aos clientes durante o ciclo de vida de um projeto, houve menos foco em como a tecnologia está mudando as oportunidades de carreiras na área. Os escritórios de arquitetura estão agora contratando para cargos que não existiam, mesmo há três anos atrás. Aqui está uma visão em cinco modelos de carreiras emergentes que a tecnologia tornará possível em 2018 e no futuro imediato.

Diretor de Tecnologia

Embora empresas de outras indústrias líderes têm contratado Diretores de Tecnologia, em profissões ligadas ao projeto isso tem sido mais lento a reconhecer seu valor. Nos últimos anos isso começou a mudar, já que algumas empresas começaram a contratar para esta importante posição. Com a rápida evolução da tecnologia em design, é importante que as empresas tenham indivíduos e equipes focados em assegurar que estejam sempre alavancando as melhores ferramentas e processos para oferecer aos seus clientes.

Os Diretores de Tecnologia se concentram principalmente em garantir que as equipes de projeto estejam constantemente implementando tecnologias de desenho digital inovadoras e refinando seu uso. Essencialmente, criam roteiros sobre como o projeto digital crescerá em sua prática ao longo dos próximos anos e são, então, responsáveis por sua execução. Com algumas empresas já liderando a procura com a contratação de diretores de Tecnologia, espera-se que mais escritórios comecem a preencher esses cargos em 2018.

Modeladores de Realidade Imersiva

Uma das mudanças mais poderosas que a nova tecnologia está criando é um deslocamento para longe de desenhos de projeto em 2D e plantas planificadas para ambientes virtuais 3D mais realistas. Esta mudança está tornando a comunicação entre designers, clientes e usuários finais mais significativas. Ao invés de pedir-lhes para imaginar como os croquis e plantas se traduzem no futuro espaço construído, os arquitetos agora podem colocar clientes em ambientes virtuais anos antes de os edifícios reais serem concluídos. Isso permite que clientes e usuários finais entendam as qualidades espaciais de novas maneiras, questionem com maior propriedade e reconheçam desafios ou oportunidades que fortalecem o produto final. Também os ajuda a sentirem-se mais confiantes sobre seu investimento.

À medida que mais clientes reconhecem os benefícios que a realidade virtual pode trazer para seus projetos, os escritórios de projeto lutarão para contratar os melhores modeladores 3D e especialistas em animação. Tendo pessoas em equipes de projeto que possam criar o melhor, os ambientes virtuais mais imersivos irão percorrer um longo caminho para garantir a satisfação do cliente e repetir os negócios. Não se surpreenda se as empresas de arquitetura ainda procuram talentos da indústria de Games para ajudar preencher lacunas de talentos e permanecer competitivos nesta área.

Dado que os ambientes virtuais de ponta podem melhorar diretamente as oportunidades de clientes, arquitetos serão sábios se considerarem aumentar suas habilidades de modelagem em realidade virtual o mais rápido possível.

Designers de Simulação Virtual

Até o momento, arquitetos usam a realidade virtual principalmente para criar ambientes que reflitam o espaço a ser construído pela primeira vez. No entanto, muitos escritórios já estão vendo o potencial em serem capaz de inserirem designers e clientes em eventos simulados virtualmente dentro destes ambientes. Por exemplo – quer garantir que você tenha projetado um hospital para ser evacuado com sucesso em um furacão? Crie um modelo em realidade virtual e, em seguida, simule cenários de evacuação à medida que o vento, a chuva e a possível destruição ocorrem. Alternativamente, quer garantir que o som de um tanque comunitário não torne apartamentos menos desejáveis para alugar? Construa um modelo e teste os parâmetros para entender se o ruído será uma dissuasão. Deseja diminuir o risco de pacientes com desafios cognitivos caírem em uma clínica de internação? Simule como as sombras projetam e se movem nas superfícies do piso em qualquer ponto e tempo para entender como esses pacientes podem reagir e/ou tropeçar nelas.

Projetar modelos em realidade virtual e conceber simulações dentro destes exigirá talentos únicos. Aqui novamente, os arquitetos que começam a desenvolver habilidades que os ajudem a situações de cenário-teste aos clientes poderá diferenciá-los à futuras oportunidades na carreira.

Designers de Interface Háptica

Enquanto as empresas de projeto podem começar a experimentar simulações de realidade virtual em 2018, mais adiante o caminho será a integração das interfaces hápticas. Os modelos em realidade virtual de hoje permitem que os clientes vejam seus espaços futuros, mas muito antes de seu tempo, os hápticos também tornarão possível senti-los. Incorporar o senso de toque nos modelos de realidade virtual levará a uma tomada de decisão mais informada em torno de materiais, superfícies, móveis e muito mais.

Designers que entendam a tecnologia háptica – como funciona, o que a torna possível e como incorporá-la em modelos de realidade virtual – serão valorizados no futuro. À medida que a realidade virtual e tecnologia háptica evoluem, seu casamento é quase inevitável. Além disso, uma vez que os clientes percebem os incríveis benefícios de poder ver e tocar espaços anos antes de existirem, escritórios de arquitetura investirão fortemente na união das tecnologias.

Cientistas / Analistas de dados

Durante séculos, arquitetos têm em sua maioria, armazenado todos seus conhecimentos e sabedoria de projeto em suas mentes. Nos últimos cinco anos, a comunidade de projeto começou a estar de acordo com a natureza fugaz dessa prática e começou a documentar e democratizar o gerenciamento do conhecimento.

Como profissão, cabe-nos aperfeiçoar alguns entalhes e reconhecer a importância da coleta de dados e sua classificação. Hoje, é possível catalisar a análise de desempenho e o design generativo baseado em dados, mas os dados também servirão em breve como base para alavancar a inteligência artificial e a aprendizagem de máquinas. À medida que essa mudança ocorra, mais e mais escritórios de projeto contratarão cientistas e analistas de dados para alimentar o potencial dessas novas tecnologias.

A arquitetura é uma profissão muito rica e diversificada pois permite tantos caminhos de carreiras únicas dentro dela. Existem diferentes mercados, serviços e áreas de especialização através das quais canalizam a própria paixão. É ótimo ver a tecnologia começando a criar uma maior diferenciação de carreira para os arquitetos e estou ansiosa para ver quais novas oportunidades surgirão em 2018 e adiante.

Hilda Espinal, AIA, LEED AP, CDT, é diretora de tecnologia da CannonDesignresponsável por ajudar clientes e equipes de projetos em todo o mundo a aproveitar a tecnologia e dados inteligentes à tomar decisões informadas no início do processo de projeto – reduzindo o risco e maximizando o impacto dos investimentos.

Matéria publicada por Arch Daily em 11 de janeiro de 2018

Publicado em Arquitetura, Tecnologia | Deixar um comentário

DUBAI EMOLDURADA: CONSTRUÇÃO DE 48 ANDARES TEM VISTA PANORÂMICA

Inaugurada no primeiro dia do ano, o Dubai Frame Museum é mais uma imponente construção na cidade dos extremos

Dubai 1

A construção retangular impressiona pelo formato e pelas cores: a estrutura dourada de metal se destaca em meio a paisagem. Com 48 andares distribuídos em 150 metros de altura, o Dubai Frame Museum é o mais novo cartão postal de Dubai. No topo da construção, uma ponte de 95 metros de comprimento proporciona uma visão panorâmica aos visitantes, enquanto no térreo a atração principal é um museu equipado com tecnologia de ponta para fazer projeções e utilizar efeitos visuais, sonoros e até olfativos para contar a história da cidade, desde suas origens como uma humilde vila de pescadores até a transformação em uma super metrópole nos dias atuais.

Dubai 2

O projeto custou cerca de U$$ 44 milhões e levou quase uma década para ficar pronto por conta de uma polêmica que envolveu sua concepção. Em 2009, o arquiteto mexicano Fernando Donis ganhou o concurso para projetar a construção, porém, mais tarde, o projeto foi transferido para outro escritório que o executou de maneira muito semelhante, sem conceder os créditos.

Para visitar a atração é preciso desembolsar  50 dirhams, aproximadamente R$ 45.

Matéria publicada por Arquitetura e Construção em 10 de janeiro de 2018

Publicado em Arquitetura, Cidades | Deixar um comentário

NA CHINA, MUJI INAUGURA SEU PRIMEIRO HOTEL

O prédio do Muji Hotel, em Shenzen, acomoda 79 quartos e a maior loja da marca no país

Hotel 1

Anunciada em 2017, a nova empreitada da Muji teve sua primeira parte inaugurada recentemente. O Muji Hotel em Shenzen, na China, marca a estreia da grife japonesa na hotelaria e deve ser seguido por endereços em Pequim e Tóquio em 2018 e 2019.

Hotel 2

Pensado para que os hóspedes aproveitem os serviços e produtos da marca, o hotel conta com 79 quartos divididos entre os quarto, quinto e sexto andares do prédio. Nas habitações, oferecidas em cinco tipos, a iluminação indireta foi priorizada para estimular o relaxamento e o conforto.

Hotel 3

“No Muji Hotel, não há preços exorbitantes e serviços supérfluos nem quartos sombrios resultantes da extrema redução de qualidade. Nós organizamos um espaço de preço razoável no qual você dormirá bem, restaurando tanto a mente quanto o corpo, bem como serviços que naturalmente o conectam ao local”, o empreendimento explica em sua página oficial.

Hotel 4

“Para os nossos visitantes, cada detalhe, desde a textura das toalhas até o layout das saídas e interruptores, até os menus do restaurante, ajuda a formar a base de uma viagem bem sucedida”, completa.

Hotel 5

Durante a estadia, os hóspedes podem aproveitar o restaurante Muji Diner, com culinária global; uma biblioteca aberta ao público com aproximadamente 650 livros; uma academia de pequena escala; e três salas de conferência que podem ser transformadas para acomodar 200 pessoas.

Hotel 6

Nos segundo e terceiro andares, a maior loja da Muji na China ocupa 1,7 mil metros quadrados. Ali, um espaço de eventos contará com workshops, palestras e outras atividades.

Hotel 7

Hotel 8

Matéria publicada por Casa Claudia em 10 de janeiro de 2018

Publicado em Hotéis | Deixar um comentário

TOP 5: O MELHOR DA ARQUITETURA COMERCIAL

Arq 1

E para fechar a nossas retrospectiva do que foi o ano de 2017 e começar 2018, selecionamos cinco projetos simplesmente incríveis de projetos de arquitetura comercial, afinal o nosso Time de Redação não selecionou apenas projetos residenciais, não é mesmo?

1) Instituto Moreira Salles

O instituto Moreira Salles na Avenida Paulista foi um dos grandes destaques da arquitetura comercial em São Paulo nesse ano de 2017. Com projeto desenvolvido por Andrade Morettin Arquitetos, o novo museu tem cerca de sete andares e vem para esse novo endereço desempenhar um papel crucial: trazer interesse e vitalidade aos espaços urbanos. Todos os andares possuem pé-direito duplo, onde os arquitetos se inspiraram nos conceitos sustentáveis, uma temática que anda tão em foco. Clique aqui para saber todos os detalhes desse projeto!

Arq 2

2) Biblioteca em Tianjin

Essa biblioteca deu o que falar no mundo todo, quase todos compartilhavam em suas redes sociais, afinal quem é apaixonado por livros iria ficar maravilhado com essa biblioteca. Concebida em parceria de MVRDV com os arquitetos do Tianjin Urban Planning and Design Institute. O centro cultural de 33.700 m²  foi todo projetado com uma pegada bem futurista,  onde os livros tem total protagonismo no projeto. Clique aqui para ver todos os detalhes desse projeto!

Arq 3

3) Livraria FiL

Ainda nessa pegada daqueles que são apaixonados por livro, mas totalmente diferente da biblioteca, essa Livraria é para os fãs de uma arquitetura mais clássica, fugindo de qualquer tendência futurista. O charme talvez se dê na união entre o café o livro, além de um balanço, quase um convite irrecusável para os amantes de leitura. Clique aqui para ver todos os detalhes desse projeto!

Arq 4

4) Escritório em New York

Voltando para aquele quê futurista, vimos que esse escritório em New York mergulhou nessa influência futurista. Localizado em uma antiga estação policial abandonada, o escritório foi transformado em um local que consegue unir ao mesmo tempo o passado e o presente de forma inacreditável. Clique aqui para ver mais detalhes desse projeto!

Arq 5

5) Studio de bicicletas

Como Berlin é conhecida por ser uma cidade simpática ao uso de bicicletas, então com toda certeza esse projeto iria flertar com essa pratica saudável que é vista com muita simpatia pelos moradores de Berlin. O Enter Becycle, une o bom gosto a vida saudável, e foi justamente isso que o Gotz + Bilchev Architekten. Clique aqui para ver mai detalhes desse projeto!

Arq 6

Matéria publicada por Eye4Design em 05 de janeiro de 2018

Publicado em Arquitetura | Deixar um comentário

REFORMA UNIU AMBIENTES DE ESTAR E COZINHA

Além de modernizar o apê, a intenção da moradora era reforçar a convivência familiar

Reforma 1

Valores como economia e qualidade de vida guiaram a reforma deste apartamento paulistano de 100 m², onde uma mesma família vive há 20 anos. O projeto imaginado pela Manore Arquitetura e Urbanismo consistia em ampliar as áreas comuns do imóvel com o mínimo de quebra-quebra e máxima contenção de gastos – condições respaldadas por decisões como usar instalações elétricas aparentes e reaproveitar a rede hidráulica existente, entre outras.

Reforma 2

A configuração original separava a área social da cozinha (12 m²), desproporcional em relação às salas de estar, jantar e TV (28 m²). Tal compartimentação dificultava a circulação e os encontros da família.

Nessa equação, as duas paredes que separavam a cozinha das salas de estar, jantar e TV faziam muita diferença – e por isso vieram abaixo, formando um living integrado com generosos 40 m². “A fim de otimizar o espaço e torná-lo mais funcional, erguemos uma grande bancada de concreto na faixa que conecta os dois ambientes”, explica a arquiteta Nádia Manssur, à frente da empreitada. Atualizada a distribuição, aumentou-se a noção de amplitude no lugar. E assim a médica com dois filhos adolescentes passou a desfrutar de um lar mais espaçoso e prático, ideal para reunir as diferentes turmas sempre que desejado. Veja onde se deu a economia:

Reforma 3

1) Instalação elétrica:
Assumidos à vista, os eletrodutos e conduletes de alumínio foram eleitos para facilitar a obra. “Esse sistema gera menos sujeira e quebra-quebra, além de tornar a manutenção elétrica mais prática”, explica Nádia. Os 16 spots de sobrepor com lâmpadas de led, fixados nas caixinhas de 2 x 4 polegadas, são da Yamamura. É uma boa solução considerando-se a economia e o despojamento solicitados no projeto. R$ 900

2) Piso:
Lixado e restaurado, o parquê original de carvalho-americano com paginação dama recebeu aplicação de resina Bona semibrilho. “A mescla de tonalidades típica da madeira assegurou flexibilidade para empregarmos diferentes tonalidades no restante. Optamos pelo freijó natural na marcenaria, que casou muito bem com as nuances presentes nos tacos”, explica Nádia Manssur. R$ 1 000.

3) Ilha da cozinha:
Executada no local, a bancada (1,20 x 2,80 m e 0,90 m de altura) que integra os ambientes foi moldada em concreto armado com acabamento de cimento queimado. Profunda, é dividida em duas faces: uma voltada para a cozinha, que acomoda utensílios, e outra de frente para a sala, usada como cristaleira. Acima da ilha, optou-se por manter a viga aparente (apenas raspada) após a demolição da parede. R$ 3 500.

4) Azulejo :
O Metro White (Eliane) no formato 10 x 20 cm e com bordas arredondadas (bold) recobre os 9 m² das paredes da cozinha repaginada. Essa cerâmica se une aos demais elementos de apelo industrial do ambiente, como os eletrodutos, o trilho aparente da porta azul, o cimento queimado e a viga de concreto à mostra. “Além disso, é fácil de manter e limpar”, defende a arquiteta. R$ 422.

5) Marcenaria
Entre cozinha e lavanderia instalou- se uma porta de correr de madeira semissólida revestida de MDF no padrão Ágata (Masisa). A peça tem puxadores em cava e trilho aparente com acabamento de alumínio escovado. Entraram na conta os armários superiores e os gabinetes sob a ilha, os primeiros de compensado recoberto com lâmina de freijó. Marcenaria da Visual Mobile. R$ 14 600.

6) Pendentes
Com bom custo-benefício e no mesmo material dos spots e dos eletrodutos, os lustres no modelo 4488 Escovado (Yamamura) iluminam o tampo da ilha da cozinha. “A cúpula relativamente aberta garante bastante claridade na hora das refeições e do preparo dos alimentos”, diz Nádia. Com 22 cm de altura e 28 cm de diâmetro, os pendentes levam uma lâmpada eletrônica de 23 W. R$ 702.

Matéria publicada por Arquitetura & Construção em 10 de janeiro de 2018

Publicado em Apartamentos pequenos, Decoração | Deixar um comentário

COZINHA AMPLA COM TOQUES DE AZUL

No piso e na mesa de jantar, a madeira aquece este espaço, marcado pelos pontos de cor

Cozinha 1

Dominando a parte superior do ambiente, o branco valoriza a iluminação natural – também vinda da claraboia – e a amplitude desta cozinha. Para dar contraste, o mobiliário da parte inferior recebeu um tom escuro de azul.

Cozinha 2

Contínuos os dois móveis integram as bancadas com o fogão e com uma estante, que expõe livros, fotografias e outros objetos. Presente nas prateleiras, a madeira também aparece no piso e na mesa de jantar, unificando o décor.

Cozinha 3

O toque final fica por conta da luminária tipo pêndulo com pintura dourada. Quem assina o projeto é o escritório Design Hound.

Matéria publicada por Casa Claudia em 09 de janeiro de 2017

Publicado em Cozinhas, Decoração | Deixar um comentário

TOP 5: LOFTS QUE VALEM A PENA RELEMBRAR

Loft 1

Os Lofts são construções que vieram para ficar em 2017, já há muito tempo no mundo todo vem com tudo, e esse ano os lofts tiveram muitos destaques aqui no EYE4DESIGN!  Vamos relembrar 5 lofts que valem a pena surgir na nossa retrospectiva?

1) Tel Aviv

Em Tel Aviv que foi a escolha desse loft onde exala sofisticação e bom gosto. Projetado por Gali Amit, o edifício onde o apartamento está localizada está no centro da metrópole, é dotado de grandes janelas que mostram paisagens incríveis. Clique aqui para saber mais detalhes desse projeto!

Loft 2

2) Toronto

Esse loft em Toronto é para os amantes de pequenos apartamentos, afinal aqui os espaços são bem compactos e flerta com essa tendência mundial de pessoas buscarem apartamentos bem pequenos. Clique aqui para saber os detalhes desse projeto!

Loft 3

3) Chicago

E esse loft totalmente diferente, com uma pegada mais rústica e diferenciada não poderia ser esquecida nessa lista de lofts que valem a pena serem lembrados. Vemos que os arquitetos optaram em utilizar a madeira, que as vezes não é lembrado nesse tipo de construção. Clique aqui saber todos os detalhes desse projeto!

Loft 4

4) Manhattan

Manhattan sempre é um sinônimo de sofisticação. E como estar localizada em uma cidade do mundo, o loft tinha que quase obrigação exalar sofisticação.O apartamento impressiona também os tons pasteis dos interiores do loft. A ideia aqui é fazer com que todo o interior do apartamento tivesse uma pegada mais sofisticada, além de algo mais minimalista. Dá até vontade de morar em um loft assim, não?  Clique aqui para saber todos os detalhes desse projeto!

Loft 5

5) Madrid

E agora para fechar esse top 5 de lofts, nada melhor do que apostar em um projeto que consegue unir o passado e o presente de forma muito particular. Vemos que os arquitetos utilizaram de muita personalidade. Clique aqui para ver todos os detalhes do projeto!

Loft 6

Continue ligado no E4D, por aqui a arquitetura e o design sempre estão a serviço do seu estilo de vida!

Matéria publicada por Eye4Design em 04 de janeiro de 2018

Publicado em Design de Interiores, Interiores | Deixar um comentário

CONVERSA COM OS CURADORES DO PAVILHÃO DO BRASIL NA BIENAL DE VENEZA 2018

Equipe

Com a proximidade da Bienal de Arquitetura de Veneza 2018, o ArchDaily Brasil entrevistou os curadores do pavilhão brasileiro - Laura González Fierro, Sol Camacho, Gabriel Kozlowski e Marcelo Maia Rosa – para compreender melhor a proposta curatorial e elucidar detalhes da participação do público nessa empreitada.

Leia a entrevista a seguir:

Como começa 2018 para a equipe curatorial do pavilhão do Brasil para a 16ª Mostra Internacional de Arquitetura da Bienal de Veneza?

Entramos 2018 com grandes expectativas e bastante trabalho pela frente!

No final de dezembro – dia 19 – lançamos o primeiro chamamento público de projetos para um pavilhão do Brasil em Veneza e com isto pretendemos tentar ampliar a conversa sobre como o país deve se mostrar para o mundo. Isso abre a possibilidade de mostrarmos projetos não tão conhecidos, de escritórios novos e de localidades diversas.

Qual é o propósito do chamamento?

A finalidade do chamamento é mostrar uma produção nacional de arquitetura que diretamente lide com o tema do muro, da divisão, da fronteira, da mediação de conflitos.

O chamamento não é um concurso sobre o melhor ou mais belo projeto. A ideia dessa parte da exposição é, através de projetos, conseguir formar um argumento: mostrar o papel da arquitetura como instrumento de negociação em situações urbanas.

Claro que não quer dizer que elementos fundamentais à arquitetura – como articulações espaciais, programa, estética e tectônica, por exemplo – não sejam considerados. Ao final, a arquitetura não é um argumento teórico e sim o espaço para interação humana, mas queremos dar ênfase aos projetos que lidem com esta problemática da separação e que, em suas soluções, agreguem valor à cidade.

Por que isso é importante? 

A Bienal de Veneza é uma plataforma mundial para se conversar sobre arquitetura. Arquitetura em diversas dimensões e que tratem dos problemas atuais do mundo. Gostaríamos de aproveitar este espaço para mostrar como a produçao do nosso país têm enfrentado algumas dessas questões em pauta hoje, principalmente – e falando de maneira bem ampla – a questão dessa polarização e separação que nos tem afastado uns dos outros. Esses muros de ar que estamos constantemente construindo.

Como surgiu a ideia de fazer o chamamento?

Fora do contexto brasileiro, a ideia em sí não é nada nova. Pelo contrário, é uma prática já muito disseminada em outros países. A Fundação Bienal nos convidou com a ideia de trazer vozes diversas, perspectivas diferentes. Somos dois estrangeiros trabalhando no Brasil, um de nós trabalhando fora há alguns anos, e os quatro operamos em escalas e contextos muito diferentes. Para nós isto pesou muito no sentido de querer reverberar esta ideia e assim trazer a maior diversidade possível de vozes à exposição. No fundo, o chamamento é um primeiro passo de um processo de democratização dessa exposição.

Quantos projetos serão escolhidos?

Não existe um número limite. Imaginamos mostrar algo entre 15 e 20 projetos. Estamos torcendo para ter uma boa resposta e quanto mais recebermos, melhor. Assim conseguiríamos ter uma verdadeira avaliação das possibilidades da arquitetura frente a esse tema no contexto das cidades brasileiras.

Incentivamos a participação da comunidade da arquitetura. O processo é super simples, o material para enviar não demanda muito trabalho. Entrem no site (www.murosdear.org.br) e verão que, nessa primeira fase, só pedimos uma descrição e 4 desenhos ou imagens. Como é a primeira vez que isso é feito, tentamos facilitar o processo o máximo possível.

Qual é a data limite?

Dia 19 de janeiro as 23h00.

Como será a exposição destes projetos?

Uma vez feita a seleção pediremos aos autores dos projetos escolhidos para fornecerem o material definitivo dentro de um padrão. Procuramos ter uma mesma linguagem para todos para conseguir comunicar o conceito principal do modo como cada projeto lida com as divisões do contexto urbano onde se inserem. De novo, a ideia não é mostrar o projeto na íntegra, mas o aspecto específico de como cada um deles se relaciona com o tema da exposição.

Além disso, daremos o mesmo espaço para cada projeto, independente da escala ou reconhecimento nacional, dentro da primeira sala do Pavilhão.

Vocês mencionam a primeira sala, o que acontecerá na segunda então?

Os projetos conformam uma primeira parte da exposição. Eles servirão como introdução ao tema “Muros de Ar”. A outra parte da exposição será composta por grandes desenhos cartográficos. Cada um deles discutirá diferentes aspectos da urbanização do país através das lentes da arquitetura. Eles tratarão de assuntos relacionados às diversas escalas de fronteiras e muros que foram levantados na construção do território brasileiro, e na própria arquitetura como disciplina.

Quem está trabalhando na produção destes desenhos?

Os grandes painéis estão sendo produzidos por nós quatro e uma equipe de jovens arquitetos trabalhando em três cidades (Sao Paulo, Rio de Janeiro e Cambridge nos Estados Unidos). Também contamos com a participação de um número incrível de consultores e núcleos de pesquisa académicos e entidades privadas de várias disciplinas. Essa foi uma decisão curatorial, reforçando a ideia de abrir a conversa e convidar profissionais com perspectivas diferentes a participar da exposição. Eles ligam a Bienal de Arquitetura com outros “mundos”. Divulgaremos a participação de todos os colaboradores nas próximas semanas, conforme formos consolidando as parcerias.

Algum último comentário?

A Bienal é uma oportunidade de sair da conversa fechada de academia ou da produção profissional somente. É uma oportunidade para a integração desses ramos com diversos outros: empresas privadas, órgãos governamentais, empreendedores, financiadores e gestores da construção.

Queremos reforçar que a arquitetura não se encerra em sí mesma e, por extensão, nem a Bienal deveria. Queremos tentar dar visibilidade ao processo e engajar a sociedade para construirmos pontes entre a arquitetura e outras disciplinas.

Enviaremos mais informação conforme progredimos até a abertura dia 24 de Maio. Fiquem atentos!

Matéria publicada por Arch Daily em 08 de janeiro de 2019

Publicado em Arquitetura | Deixar um comentário

ÚLTIMA CASA PROJETADA POR FRANK LLOYD WRIGHT VAI À VENDA NOS EUA

Circular, a Norman Lykes Home conta com uma vista de 180 graus de Phoenix, no Arizona

Frank 1

Desenhada por Frank Lloyd Wright para o casal Norman e Aimee Lykes em Phoenix, Arizona (EUA), a Norman Lykes Home é a última casa projetada pelo arquiteto americano antes de sua morte, em 1959.

Frank 2

Construído por seu aprendiz, John Rattenbury, em 1967, o imóvel foi posto à venda novamente – no começo de 2016, o valor pedido pela casa era de 3,6 milhões de dólares. Hoje, o preço foi atualizado para U$ 3,25 milhões.

Frank 3

Circular, a Norman Lykes Home conta com uma vista de 180 graus da região. No interior, a luz natural, os formatos geométricos e o mobiliário original feito sob medida são destaques.

Frank 4

Inicialmente com cinco quartos, o imóvel foi reformado em 1994 pelo próprio Rattenbury, que transformou os espaços em três quartos com uma suíte. De acordo com o Curbed, que publicou a notícia, somente dois moradores viveram ali ao longo dos anos: os Lykes e os donos atuais, que compraram a casa nos anos 1980.

É possível fazer um tour virtual no modelo 3D da Norman Lykes Home aqui.

Matéria publicada por Casa Claudia em 05 de janeiro de 2018

 

Publicado em Arquitetura | Deixar um comentário

CIDADES HÍBRIDAS: ILUSTRAÇÕES MISTURAM ARQUITETURAS ICÔNICAS

Na série, capitais como Rio de Janeiro e Londres se misturam em cenários vibrantes

Cidade a

Com inspiração no filme Operação Big Hero (2014), que se passa em San Fransokyo, uma união entre São Francisco e Tóquio, o Expedia reimaginou 14 capitais icônicas do mundo, combinando suas arquiteturas em cidades híbridas.

Abaixo, sete ilustrações feitas pelo Neomam Studios mostram o resultado final do mix entre Rio de Janeiro e Londres, Bangkok e Nova York, Cape Town e Roma, Sydney e Marrakech, Dubai e Paris, Moscou e Istambul, e Seul e Delhi.

Confira:

1. Rio Londoneiro – Rio de Janeiro e Londres

Cidade 1

2. Bang York – Bangkok e Nova York

Cidade 2

3. Cape Roma – Cape Town e Roma

Cidade 3

4. Sydnakech – Sydney e Marrakech

Cidade 4

5. Dubaris – Dubai e Paris

Cidade 5

6. Moscanbul – Moscou e Istambul

Cidade 6

7. Seoulhi – Seul e Delhi

Cidade 7

Matéria publica por Casa Claudia em 05 de janeiro de 2018

Publicado em Arquitetura, Cidades, Tecnologia | Deixar um comentário