INSTITUTO PARA A CIÊNCIA E INOVAÇÃO DA BIO-SUSTENTABILIDADE – CLAUDIO VILARINHO

Do arquiteto. Propomos um edifico com uma imagem singular para o Campus. Um edifício que quebre a monotonia cinzenta existente (referindo-nos não só à questão pictórica do Campus, mas à “crise global sem fim”), ao mesmo tempo, que seja capaz de cativar.

Claudio 1

  • Colaboradores: Carine Pimenta, Catarina Campos, João Pereira de Sousa, Pedro Resende
  • Maquete Eletronica: Gil Soares
  • Engenharias: Isabel Teles (Estrutura), João Cunha (Águas), António Pelaez (Térmica e Energia), Susana Sousa (Acústica), Fernando Ferreira (Eletricidade), Carlos Mirra (Segurança)
  • Specifications, measurements and budgets: DIMSCALE
  • Cliente: Universidade do Minho

Claudio 2

Do arquiteto. Propomos um edifico com uma imagem singular para o Campus. Um edifício que quebre a monotonia cinzenta existente (referindo-nos não só à questão pictórica do Campus, mas à “crise global sem fim”), ao mesmo tempo, que seja capaz de cativar.

Claudio 3

A procura por temas de tecnologia de futuro, foi a gênese da imagem proposta para o edifício. A pele apresentada, através de uma reinterpretação arquitetônica, retrata o poder simbólico do propósito do IB-S.

Claudio 4Usamos como referência os Nanotubos de Titânio. Associados a recentes descobertas, os Nanotubos de Titânio são entre outros, dotados de capacidades de reutilização e de produção barata, tornando-se assim numa inspiração para uma arquitectura que procura a sustentabilidade como ideal.

Claudio 5Nos dias de hoje, nas instalações da Universidade do Minho, ocorrem processos de investigação no que toca ao desenvolvimento de materiais; um desses exemplos é o que ocorre no Laboratório de Engenharia Civil.

Claudio 6

 

Claudio 7

Claudio 8

 

Claudio 9

Claudio 10No sentido do desenvolvimento de sinergias comuns, propomos a pele em elementos pré-fabricados num material de Matriz Cimentícia.

Claudio 11

Claudio 12Este material reforçado com micro-fibras, não possui uma armadura convencional, o que poderia originar problemas de corrosão; entre outras características, é um material muito dúctil, plástico, fluido, auto-compatível, permite controlar a abertura de fissura, logo não fendilha, permite a inclusão de pigmentação/óxidos, não necessita de manutenção do material em si e possui um período de vida longo; permite também potenciar a liberdade arquitetônica.

Claudio 13

Matéria publicada por Arch Daily em 03 de novembro de 2016

Esta entrada foi publicada em Sem Categoria. Adicione o link permanenteaos seus favoritos.

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado Campos obrigatórios são marcados *

Você pode usar estas tags e atributos de HTML: <a href="" title=""> <abbr title=""> <acronym title=""> <b> <blockquote cite=""> <cite> <code> <del datetime=""> <em> <i> <q cite=""> <strike> <strong>