CONHEÇA AS PEÇAS DO DESIGNER PERCIVAL LAFER

Com o desejo de democratizar o design e atingir camadas mais populares da sociedade, Lafer revolucionou o mercado de móveis no Brasil

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Percival Lafer nasceu em 1936 e formou-se em Arquitetura pela Universidade Mackenzie, em São Paulo. Ainda jovem, no entanto, precisou assumir, juntamente com os irmãos, a empresa de móveis do pai, a Lafer. Como desenhista industrial, ganhou destaque no segmento moveleiro brasileiro, apresentando peças marcadas pela ousadia e pela originalidade. Para ele, cada projeto deveria refletir o estado da arte aplicado a idéias inovadoras. Muitos de seus projetos foram protegidos por patentes. Essa prática o levou a criar a sigla MP (de Móveis Patenteados), que passou a integrar o logotipo da empresa – que se tornou a marca MP Lafer.

O objetivo de Percival sempre foi criar peças acessíveis para que o bom design pudesse chegar ao mercado de massa. Entendeu que, para isso, precisaria usar os canais de distribuição que chegavam a esse público: as grandes lojas de departamentos e o comércio de pequenas lojas de bairro. E assim, conseguiu encontrar um caminho que revolucionou o mercado de móveis no Brasil.

Em 1961 lançou a poltrona MP-1, inovadora em sua forma, acabamento e materiais. Ela possui perfis metálicos associados à madeira, uma inspiração trazida das aulas de concreto armado da faculdade. O móvel fez sucesso com um público que não costumava consumir peças de mobiliário sofisticadas.

Em seguida, veio o sofá-cama MP-7, lançado em 1965, que possuía o mesmo conceito de leveza e praticidade da poltrona MP-1. Depois dele, uma longa série de móveis articulados nasceriam das mãos de Percival.

O designer sempre se apoiou na criatividade, no poder de transformação de peças e materiais e na inovação para criar seus projetos. Confira a seguir, uma galeria com a retrospectiva da obra de Percival Lafer, que foi apresentada na Loja Teo, durante a DW!2017 e fica até 31/08. A curadoria é do arquiteto Felipe Hess.

Percival 1POLTRONA MP-1 EM PAU FERRO (1961)

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MESA DE CENTRO MP-5 EM PAU FERRO E FOLHEADA EM JACARANDÁ DA BAHIA (1962)

Percival 3POLTRONA MP-13 EM JATOBÁ (DÉCADA DE 1960)

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SOFÁ MP-13 EM JATOBÁ (DÉCADA DE 1960)

Percival 5BANQUETAS MP-29 EM JACARANDÁ E FERRO (DÉCADA DE 1960)

Percival 6POLTRONA MP-41 EM PAU FERRO (DÉCADA DE 1960)

Percival 7POLTRONA MP-43 MIRAGE EM JACARANDÁ (1967)

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SOFÁ MP-51 EM JATOBÁ (DÉCADA DE 1970)

Percival 9POLTRONA MP-61 EM FIBRA DE VIDRO, JACARANDÁ E COURO (DÉCADA DE 1970)

Percival 10POLTRONA MP-71 EM FIBRA DE VIDRO (DÉCADA DE 1970)

Percival 11POLTRONA MP-81 EM PAU FERRO E CAMURÇA COM BANQUETA (DÉCADA DE 1970)

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SOFÁ MP-211 EM JATOBÁ (DÉCADA DE 1970)

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MESA DE CENTRO WOODSTICK EM PAU FERRO (DÉCADA DE 1970)

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POLTRONA MP-29 EM JACARANDÁ (DÉCADA DE 1960)

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MESA DE CENTRO F-3 EM FIBRA DE VIDRO (DÉCADA DE 1980)

Matéria publicada por Casa Claudia em 17 de agosto de 2017

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INFOGRÁFICO: 29 MÉTRICAS ESSENCIAIS PARA MARKETING DE CONTEÚDO

Marketing

Depois de publicar o artigo “3 dicas básicas de Google Analytics que todo mundo precisa saber“, percebemos que muitos profissionais de marketing sentem a necessidade de compreender cada vez mais sobre as métricas, principalmente utilizando uma das mais poderosas ferramentas do mundo: Google Analytics. O que muitos não sabem é que também é possível utilizá-la para melhorar o desempenho de campanhas de marketing de conteúdo.

O que muitos não sabem é que também é possível utilizá-la para melhorar o desempenho de campanhas de marketing de conteúdo.

Marketing de conteúdo têm sido uma tendência e uma ótima fonte de investimento das empresas e agências de comunicação nos últimos tempos. E não há dúvidas da sua eficácia para conquistar novos visitantes, engajar possíveis clientes, fechar mais negócios, etc. Apesar disso, a pergunta que não quer calar é: “como medir a eficácia do meu conteúdo?” Produzir conteúdo, por incrível que pareça, é a parte “mais fácil” (entre muitas aspas). Apesar da dificuldade para encontrar pautas pertinentes, cativar o seu público, descobrir assuntos interessantes para engajá-los, e fazer com que sigam no funil de vendas, etc., é preciso também medir resultados e conteúdos para saber onde você está acertando – e onde não está.

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Matéria publicada pelo portal Tutanos Trampos

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CASA PAREDE – UNSANGDONG ARCHITECTS

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  • Arquitetos: UnSangDong Architects
  • Localização: Seongnam-si, Coreia do Sul
  • Design: Jang Yoon Gyoo, Kim Mi Jung
  • Colaborador: Kim Min Kyun
  • Área: 125.2 m²
  • Ano do projeto: 2016
  • Fotografias: Sergio Pirrone
  • Fabricantes: Filobe
  • Proporção Área Construída: 49.23%

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O tempo é preso ao espaço, mas o espaço perdeu o tempo.

Tempo e espaço não podem existir sozinhos, assim como os humanos.

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Paredes, o elemento mais estrutural e arquitetônico, são utilizadas para definir um espaço de convívio. Percorrem espaços e criam locais desconectados ou fragmentados enquanto proporcionam experiências e situações reformuladas sob uma configuração cronotópica. Cronotopo pode ser explicado como uma medida para integrar tempo e espaço através de uma combinação de superfícies variadas e uma intersecção de eixos. Aqui, as paredes arquitetônicas não estão atuando como uma ferramenta de divisão, mas sim como uma margem para espaços concorrentes e tempos contínuos para dar suporte à sua integração e continuação. Para os arquitetos, a atual e frequente separação entre os membros da família ou sua dissolução na sociedade moderna é culpa da composição severa de paredes e portanto tentou-se reconstruir uma estrutura espacial que incentiva as relações humanas e restaura a comunicação dos membros da família.

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Comunicação Familiar

Com fé que a arquitetura pode trazer mudanças na vida das pessoas, estamos propondo esta casa-parede. A restauração da comunicação entre os espaços é tido como uma fórmula para aumentar a usabilidade e compreensão de familiares em seus espaços onde moram. É como oferecer uma margem de possibilidades que permitem que familiares transformem um elemento passivo em um criador ativo, compartilhando novas maneiras de ocupar os espaços. O propósito desta casa é construir uma estrutura que alcance a integração e comunicação ao longo da trajetória de vida, enquanto protege claramente as identidades individuais dos moradores – um casal de idosos, um casal adulto e duas irmãs.

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A justaposição dos espaços que penetram paredes

Tais espaços incluem a sala de jantar e cozinha, um quarto das crianças, um quarto dos avós e o quarto do casal, posicionados em localizações diferentes. As áreas de estar estão no térreo, junto à um pátio semi externo, as áreas de estudo no primeiro pavimento. De maneira geral, os espaços integrados estão posicionados no centro, compondo espaços de estar divididos porém contínuos.

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Penetração das Paredes

O material das paredes externas em tijolos vermelhos não é apenas um revestimento decorativo externo, mas uma evidência do sistema estrutural. Este material flui nos interiores e cria um espaço que acaba com a distinção entre interior e exterior. Portanto, os espaços acabam pertencendo tanto ao interior quanto ao exterior ao mesmo tempo, abolindo a determinidade espacial enquanto permite uma expansividade indiscriminada. Atravessando os interiores, as paredes de tijolos possuem uma série de aberturas que definem espaços como um terraço jardim na cobertura e narram um expressão poética desenhando a paisagem para os interiores.

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Matéria publicada por Arch Daily em 16 de agosto de 2017

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COMO COMBINAR A COR DO PISO COM A DOS MÓVEIS?

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O jeito mais simples é usar as mesmas tonalidades, porém o efeito não será tão rico. “Trabalhar contrastes gera um resultado mais interessante”, defende Júlio Beraldo, arquiteto do escritório paulistano Iná Arquitetura. Para não errar, a arquiteta Camila Valentini, de São Paulo, aconselha: “É possível usar a mesma madeira, mas em tons diferentes, a exemplo de imbuia escura no chão com imbuia clara nos móveis, ou carvalho tingido e carvalho natural”. E, se você se sentir confiante e quiser misturar, Júlio aponta madeiras que casam: “Carvalho, bordo (maple) e freijó claros vão muito bem com os escuros de nogueira, ipê, amêndola e ébano”. E ele orienta que, se um dos padrões tiver veios muito marcados e irregulares, é melhor combiná-lo com um tipo liso, de tom próximo ao dos veios do padrão existente.

Matéria publicada por Minha Casa em 16 de agosto de 2017

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JADER ALMEIDA É HOMENAGEADO NO VII PRÊMIO CASA CLAUDIA

A história de um jovem designer e a revolução industrial

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O som toca blues, os ambientes recendem a patchuli. Já na entrada, o showroom da Icon, que expõe as coleções de Jader Almeida em Florianópolis, captura dois dos nossos sentidos. Mais alguns passos e começam a surgir suas criações, convidando gentilmente ao toque em tampos de pedra com acabamento aveludado, braços de cadeira levemente torcidos, banquetas de cortiça e assentos de palhinha. Pronto, visão e tato também já estão entregues.

Cérebro não só de premiadas coleções de móveis como também da atmosfera cool associada à marca que leva seu nome, o designer Jader Almeida, 36 anos, comemorou no início de 2017 duas décadas de carreira. Sim, ele pisou pela primeira vez numa fábrica antes mesmo de completar 16 anos e depois de já ter concluído cursos técnicos profissionalizantes, como o de eletricista. “Sempre conciliei estudo e trabalho”, conta ele, que se formou arquiteto. “Iniciei a aproximação com o design pela indústria, conhecendo materiais, cadeia de suprimentos, logística, maquinário, tecnologia. Tudo isso sempre se fez presente no meu vocabulário, na minha prática cotidiana”, diz.

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À sólida bagagem técnica e à desenvoltura diante de complexos processos industriais, somou-se uma vivência decisiva: a chance de coordenar a padronização da produção dos móveis assinados por Sergio Rodrigues na LinBrasil, que edita as coleções do mestre. Trilhado com objetividade e obstinação, esse percurso levou ao encontro com a Sollos, em 2004. Naquela época, a indústria catarinense buscava um designer para desenvolver produtos internamente, e Jader se encontrava pronto para deslanchar em trabalhos autorais. Foi o início de uma fértil parceria, que já resultou em sucessos de público e crítica (veja alguns virando a página) e hoje conta com um portfólio de 350 produtos, distribuídos por mais de 80 lojas parceiras, sendo 20 internacionais.

Hoje a Sollos exporta 20% da produção de Jader Almeida e pretende chegar à metade. “O reconhecimento no exterior é uma questão de competência e qualidade. No trabalho de Jader, a tal brasilidade não é tão perceptível, exceto pelo uso inovador da madeira”, opina Baba Vacaro, diretora de criação da Dpot, loja que acompanha desde o início a evolução do designer. Adélia Borges, crítica e historiadora de design, enxerga nele uma clara filiação aos escandinavos. “Jader formulou um desenho acessível, que agrada as pessoas”, observa. Prova disso são as 20 mil unidades vendidas da cadeira Bossa (acima), uma de suas peças mais antigas. Já a mais recente, a cadeira Celine (usada como ícone na abertura desta matéria), estreou no mercado brasileiro em junho passado, após première no Salão Internacional do Móvel de Milão. Ao comentar sua nova cria, Jader brinca: “Confesso que ela me pega um pouco na canela. Mas sou pequeno demais, não posso me usar como padrão”. Bem, ele pode não ser alto, mas sua estatura profissional é a de um gigante.

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As mesas Jardim, de 45 e 60 cm de altura, podem ter tampos de materiais diversos (mármore, madeira, aço ou latão)

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Clássica no mobiliário brasileiro, a palhinha comparece no encosto da poltrona Mad.

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O banco Mark, também disponível em madeiras maciças, é uma das poucas peças em que o designer experimentou a cortiça.

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Com até 1,50 m de diâmetro, a mesa de centro Twist (aqui, no padrão nogueira) tem um vão central para deixar o piso à mostra.

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Escultural, o cabideiro Loose remete a elementos da arquitetura dos anos 1950.

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Com estrutura de aço-carbono e tampo de MDF, o bufê Teca faz parte de uma linha que inclui estante, rack, aparador e carrinho de chá.

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Antiga no portfólio de Jader, a mesa de jantar Dinn se destaca pela leveza. Chega a 5 m de comprimento, sem a necessidade de apoio central.

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Releitura de um banquinho de piano, o Phillips remete ao parafuso de mesmo nome. Sua estrutura é de cobre.

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Best-seller do designer, a cadeira Bossa chega aos 10 anos com 20 mil unidades vendidas.

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Aço-carbono, latão e nogueira compõem a luminária Memory – que, além da versão de piso, possui opção de mesa e arandela.

 

Matéria publicada por Casa Claudia em 14 de agosto de 2017

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SETE ARQUITETOS E SEUS CURIOSOS PRIMEIROS EMPREGOS

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Envelhecer é, sem dúvida, importante no campo da arquitetura. Apesar do que se diz, a profissão pode pagar relativamente bem – assumindo que você já trabalha há algumas décadas. Mesmo Bjarke Ingels,  provocador e criador de vídeos, que fez parte de um documentário do Netflix e fundador do ultra-contemporâneo BIG não é um milenar; com 42 o dinamarquês é nove anos mais velho do que Mark Zuckerberg.

Como resultado, é comum levar uma vida complexa antes de encontrar fama arquitetônica e muitos dos arquitetos mais bem sucedidos do mundo começaram suas carreiras em um campo completamente diferente. Se você ainda não conseguiu o seu trabalho dos seus sonhos, fique tranquilo e confira a lista dos primeiros trabalhos de arquitetos famosos.

Alvar Aalto

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O finlandês iniciou sua educação em arquitetura em 1916 na Universidade de Tecnologia de Helsinque. Antes que ele pudesse se formar, seu diploma foi suspenso pela Guerra Civil finlandesa. Aalto se juntou ao Exército Branco e lutou na batalha decisiva da guerra em Tampere. Depois de completar sua educação, ele não atuou imediatamente em projetos; Em 1922, ele se juntou oficialmente aos militares, treinando no campo de oficiais reservas de Hamina. O primeiro projeto de Aalto, depois dos militares, foi a casa de seus pais.

Tadao Ando

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O arquiteto japonês autodidata passou sua adolescência como motorista de caminhão e depois como boxeador profissional. Aos 17 anos, as sementes do interesse arquitetônico foram plantadas enquanto ele e seu irmão viajavam pelo mundo lutando internacionalmente. Ando afirma que o Hotel Imperial de Frank Lloyd Wright, em Tóquio, foi fundamental para convencê-lo a largar o boxe e começar a projetar, dois anos depois de se formar no ensino médio.

Daniel Libeskind

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Nascido na Polônia, entre os sobreviventes judeus do Holocausto, Daniel Libeskind foi um artista intérprete durante a maior parte de sua juventude. Como acordeonista adolescente, Libeskind se apresentou na televisão polonesa em 1953. Sua família mudou-se para Nova York em 1959 – onde, finalmente, ele passou para a arquitetura.

IM Pei

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Pei emigrou da China para os Estados Unidos em 1935 para começar a arquitetura. No entanto, logo após receber seu diploma no Instituto de Tecnologia de Massachusetts, em 1940, Pei se juntou ao Comitê de Pesquisa de Defesa Nacional para ajudar os Estados Unidos a desenvolver tecnologia de armas no meio da Segunda Guerra Mundial. Pei passou mais de dois anos com a organização governamental antes de retornar ao projeto. Embora pouco tenha sido revelado sobre o tempo de Pei servido a NDRC, há rumores de que um dos membros do comitê tentou convencer Pei a se juntar definitivamente à eles, dizendo que “se você sabe como construir você também deve saber como destruir”.

Frank Gehry

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Em 1947, a família de Frank Gehry emigrou do Canadá para Los Angeles, Califórnia. Para cobrir suas despesas, o jovem Gehry dirigiu um caminhão de entrega enquanto estudava no Los Angeles City College. Depois de ganhar dinheiro suficiente para o diploma de bacharel, Gehry lamentou o rumo de sua vida: “Eu tentei ser radialista, o que eu não era muito bom. Eu tentei engenharia química, na qual eu não era muito bom e não gostava … e, com pressa, experimentei algumas aulas de arquitetura. “Em 1954, ele se formou na Universidade do Sul da Califórnia.

Rem Koolhaas

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Koolhaas é tanto um arquiteto quanto um teórico e antes de iniciar sua formação em arquitetura na Architectural Association de Londres, trabalhava como escritor. Após um período como jornalista no Haagse Post, Koolhaas foi co-roteirista de um filme noir holandês The White Slave. Após isso, passou a escrever, ao lado de Rene Daalder, um violento filme (nunca realizado) intitulado Hollywood Tower para o infame diretor de pornografia americana Russ Meyer. Em 1975, Koolhaas fundou o Office for Metropolitan Architecture e começou a escrever o livro Nova Iorque Delirante.

Norman Foster

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Foster passou grande parte de sua juventude em Manchester. Depois de deixar a escola primária aos 16 anos, ele trabalhou na tesouraria do Manchester City, e então, se alistou no Serviço Nacional e serviu na Royal Air Force. Ele completou tudo isso aos 21 anos, quando se inscreveu na Escola de Arquitetura e Planejamento Urbano da Universidade de Manchester de 1956 a 1961. Após a formatura, Foster ganhou a bolsa Henry Fellowship para estudar em Yale, onde ele seria colega de Richard Rogers e conseguiria um diploma de pós-graduação.

Matéria publicada por Arch Daily em 15 de agosto de 2017

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FRIDA KAHLO VIRA ÍCONES DA CULTURA POP EM MOSTRA NO METRÔ DE SP

A exposição ArteSóFrida homenageia a artista mexicana em reinterpretações inspiradas em nomes como David Bowie, Nirvana e o Pequeno Príncipe.

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Frida Kahlo em releitura do álbum “Aladdin Sane”, de David Bowie (Juliana Juaquina/Divulgação).

A exposição ArteSóFrida, da artista Juliana Juaquina, desembarca na estação Clínicas, da Linha 2-Verde do Metrô de São Paulo, a partir de quinta-feira (10). A mostra é uma homenagem à artista mexicana Frida Kahlo, que estaria completando 110 anos de vida em 2017.

São 17 obras que reinterpretam a figura de Frida em releituras de obras clássicas da cultura pop como David Bowie, Nirvana e o Pequeno Príncipe. A exposição gratuita fica em cartaz na estação durante todo o mês de agosto.

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“Princesa Frida”, releitura do clássico “O Pequeno Príncipe”, de Saint-Exupery (Juliana Juaquina/Divulgação).

Entre as imagens, estão a “Maria Frida Bonita”, representando a primeira mulher a participar de um grupo de cangaceiros. Há ainda a “Frida Nevermind”, com a pintora em uma capa da banda Nirvana, e “Frida Spock”, como uma das personagens do filme “Jornada nas Estrelas”.

Frida Kahlo também é representada no lugar do abaporu na tela “Antropofagia”, de Tarsila do Amaral. As obras são produzidas digitalmente em softwares de ilustração e edição de imagens.

Matéria publicada por Casa Claudia em 11 de agosto de 2017.

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ESTÚDIO COM REVESTIMENTOS GEOMÉTRICO EM TONS DE AZUL

A parede com azulejos hexagonais e os detalhes em cobre e bronze dão personalidade ao ambiente da mostra Morar Mais por Menos.

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O ‘Estúdio do Artista’ faz parte da mostra Morar Mais por Menos 2017, no Rio de Janeiro, e foi projetado pela arquiteta Ana Cano Milman e pela designer Erica Saraiva em homenagem ao ator e comediante Rodrigo Sant’Anna. O espaço conta com 23 metros quadros e funciona como estar, jantar e dormitório, integrando todos os ambientes com tecnologia, conforto e funcionalidade.

A ideia é ter um espaço em que seja possível juntar amigos e familiares para uma pequena reunião e também ter uma área confortável para relaxar. Para isso, as profissionais usaram um home theater, projetor e telão, um sofá-cama em couro caramelo que, além de muito confortável, é de fácil manuseio. A marcenaria, desenvolvida sob medida, aproveita cada centímetro do ambiente com armários e estante com nichos no living. A mesa de jantar ocupa um espaço delimitado e permite a circulação entre as duas áreas.

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O grande destaque do décor é o uso de revestimento geométrico em tons de azul e branco na parede e o teto com ripas de madeira. Detalhes em cobre e bronze conferem elegância ao ambiente.

Matéria publicada por Casa Claudia em 11 de agosto de 2017.

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ALAMEDA GABRIEL MONTEIRO DA SILVA TERÁ ATIVIDADE EM TODA A SUA EXTENSÃO

Festas, talks, lançamentos de livros, intervenções urbanas, coleções exclusivas dos designers mais influentes do momento, além de séries de palestras com os mais variados temas e, lógico, muita ferveção marcam a alameda Gabriel Monteiro da Silva durante a 6ª edição DW!. Este ano, com mais de 50 lojas participantes, recorde histórico para as seis edições do DW!, a rua se revigora de ponta a ponta: da Faria Lima à avenida Rebouças e, além da intensidade do que acontece anualmente em toda a via, o festival comemora a força do trecho acima da avenida Brasil, conhecida carinhosamente como Upper Gabriel, que montou uma programação intensa.

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EXPOSIÇÃO SREET ARTE COM ARNALDO DEGASPERI

A Siq Marketing e a Tecnofeal, se unem para realizar a exposição que apresenta a leitura dos sinais de tendências e as manifestações das cores nas ruas e nas cidades, que entram nas residências e espaços corporativos.

Endereço: Espaço Cultural Tecnofeal – Al. Gabriel Monteiro da Silva, 2.118

Date e horário: de 9 a 13 de agosto de 2017 – das 10h às 20h

Ingresso: Entrada Franca

Chamada Gabriel Monteiro

 

 

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